Dupla filiação impulsiona desenvolvimento da inteligência artificial

Por dupla filiação entenda-se pesquisadores que atuam tanto em universidades quanto em empresas privadas

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A coluna Observatório da Inovação destaca o volume crescente de artigos científicos relacionados à inteligência artificial, os quais dobraram nestes últimos anos, escritos por pesquisadores não só de universidades e instituições de pesquisa, mas também por aqueles ligados a empresas, num processo a que se convencionou chamar de modelo de dupla filiação, no sentido de envolver profissionais que transitam tanto em universidades quanto em empresas. Produtivos e orientando-se por lógicas diferentes, eles acabaram por ampliar as descobertas ligadas ao tema da inteligência artificial, fazendo o campo avançar.

Segundo o professor Glauco Arbix, a expectativa para este ano é a de que o investimento direto em pesquisas relacionadas atinja a casa dos US$ 20 bilhões, numa busca por novos caminhos, a despeito da falta de gente qualificada numa área que exige constante inovação. Ainda de acordo com o colunista, o Brasil permite a dupla filiação, mas se ressente de um maior investimento no setor e da contribuição que pode ser dada pela academia.

Ouça, no link acima, a íntegra da coluna Observatório da Inovação.

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