Disponível no SUS, adesivo facilita tratamento do Alzheimer

Forma alternativa ao comprido de uso oral, o medicamento em forma de adesivo confere mais flexibilidade para os pacientes

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Usada no tratamento de Alzheimer e outras demências, a rivastigmina chegou ao SUS em forma de adesivo, uma alternativa ao comprimido que já era oferecido pela rede pública de saúde. O adesivo veio como novidade em 2017, dentro da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename).

Como explica o neurologista Vitor Tumas, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, o uso do medicamento em forma de adesivo apresenta efeitos colaterais menos agressivos e facilita o controle na dosagem da medicação, algo importante para os pacientes que estão iniciando o tratamento para o Alzheimer.

Tumas lembra que a escolha entre a ingestão oral da rivastigmina ou do adesivo, que é colado na pele, varia de acordo com a adaptação de cada indivíduo. “A opção vai depender da circunstância e, especialmente, do efeito adverso que o paciente vai ter com uma ou outra forma de apresentação”, diz o professor.

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