Discurso de educação como prioridade fica apenas no papel

Estado brasileiro falha em cumprir metas estabelecidas para 2024 no Plano Nacional de Educação (PNE)

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Segundo o professor da Faculdade de Educação (FE) da USP e coordenador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Avaliação Educacional, Ocimar Alavarse, além do estabelecimento de metas por lei para a educação, é necessário angariar recursos e vontade política para o cumprimento dos objetivos. Para ele, o Brasil peca nos dois últimos fatores, apesar de possuir uma lei a respeito.

Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

Diante desse cenário, ele considera que as próprias metas estabelecidas pelo PNE devam ser repensadas. Exemplo disso é a situação da Educação para Jovens e Adultos (EJA), direcionada para aqueles que não completaram os estudos no ensino fundamental e médio na idade adequada. Há diminuição de matrículas, apesar do País possuir 80 milhões de pessoas que se enquadram nessa modalidade.

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