A desigualdade está pior do que nunca

O tema foi abordado pela colunista há três anos – de lá para cá, diz ela, a desigualdade só cresceu em nível mundial

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Em sua coluna desta semana, a professora Marilia Fiorillo fala sobre desigualdade, que só tem aumentado em todo o mundo. O próprio FMI reconhece que a desigualdade é tão grave quanto o aquecimento global e que, se não for equacionada com rapidez, pode levar o mundo ao caos. O fato é que 42 pessoas possuem a mesma riqueza que a riqueza somada de 3,7 bilhões de outras pessoas. O mais grave, segundo a colunista, é que a desigualdade é, acima de tudo, uma desigualdade de expectativas, em que gerações inteiras estão perdidas irreversivelmente em várias partes do mundo.

“A maior crise deste início de século, a crise dos refugiados, está aí para provar que caminhamos para um mundo cindido em dois”, afirma a colunista, ao lembrar que se está no limite em relação a essa questão. “O discurso dos donos do poder não é apenas cínico, tornou-se um total nonsense, uma paródia do totalitarismo”. De acordo com Marilia, no atual sistema de castas em que vivemos, há um preço a pagar – o da violência generalizada.

 

 

 

 

 

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