Dependência afetiva do celular não pode ser saudável

É preciso criar uma relação mais saudável e de menos dependência com a máquina, postula Radfahrer

Esta semana, Luli Radfahrer fala sobre a relação – que lembra a de um relacionamento amoroso – das pessoas com seus aparelhos celulares, o que faz com que, muitas vezes, elas se fechem para qualquer outro tipo de interação e não prestem mais atenção aos semelhantes de carne e osso à sua volta. Antes, diz ele, esse comportamento era exclusivo dos jovens, mas se alastrou rapidamente e conseguiu a adesão do mundo dos adultos. “A gente precisa começar a criar uma relação um pouco mais saudável, de menos dependência com a máquina”, sugere o colunista, cujo comentário é possível acompanhar, na íntegra, pelo link acima.

Política de uso 
A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal da USP e do autor. No caso dos arquivos de áudio, deverão constar dos créditos a Rádio USP e, em sendo explicitados, os autores. Para uso de arquivos de vídeo, esses créditos deverão mencionar a TV USP e, caso estejam explicitados, os autores. Fotos devem ser creditadas como USP Imagens e o nome do fotógrafo.


  • 14
  •  
  •  
  •  
  •