Dependência afetiva do celular não pode ser saudável

É preciso criar uma relação mais saudável e de menos dependência com a máquina, postula Radfahrer

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Esta semana, Luli Radfahrer fala sobre a relação – que lembra a de um relacionamento amoroso – das pessoas com seus aparelhos celulares, o que faz com que, muitas vezes, elas se fechem para qualquer outro tipo de interação e não prestem mais atenção aos semelhantes de carne e osso à sua volta. Antes, diz ele, esse comportamento era exclusivo dos jovens, mas se alastrou rapidamente e conseguiu a adesão do mundo dos adultos. “A gente precisa começar a criar uma relação um pouco mais saudável, de menos dependência com a máquina”, sugere o colunista, cujo comentário é possível acompanhar, na íntegra, pelo link acima.

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