Debate público sobre assédio impacta a vida de mulheres comuns

“Jornal da USP” discute o limite entre flerte e abuso no cotidiano, e práticas de conscientização

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A atriz Catherine Deneuve e outras 99 francesas publicaram no jornal Le Monde uma carta aberta com o título “Nós defendemos a liberdade de importunar, indispensável à liberdade sexual”, pelo direito dos homens de cantarem as mulheres. Elas alertam para um novo “puritanismo” que estaria surgindo no mundo após as denúncias de assédio sexual em Hollywood. O caso tem gerado muita polêmica e discussão.

A doutoranda na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP e professora na Universidade Federal do Maranhão, Maria Neyrian de Fátima Fernandes, acredita que o debate público sobre esse assunto é importante, para que as mulheres comuns sejam conscientizadas a respeito do que é assédio e violência. Ela também defende que a pluralidade de opiniões é fundamental para que todas reflitam e se sintam representadas de alguma forma, adquirindo forças para dizer o que querem.

Rafael Braga Esteves, doutorando da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, compartilha da mesma opinião e acrescenta que, quando as discussões atingem uma magnitude tão grande quanto essa, são fundamentais para romper com estereótipos e comportamentos. Também diz que a divisão tênue entre paquera e assédio deve ser percebida pelo homem, e deve haver discernimento.

Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

Você pode ouvir a entrevista completa no player acima.

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