Dados da genética latino-americana podem combater doenças

Fapesp auxilia criação de segundo maior banco de dados da mundo sobre pessoas com mais de 60 anos

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Com auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o Latin American Database of Genetic Varation (Base de Dados latino-americano de variação genética, LatinGen) reuniu o segundo maior banco de dados do mundo com informações de idosos com 60 anos ou mais.

Segundo a professora de genética do Instituto de Biociências (IBC) da USP e coordenadora do Centro de Pesquisas em Genoma Humano e Células Tronco e do Instituto Nacional de Células-tronco, Mayana Zatz,  o banco armazena 200 mil variantes não descritas em outras bases.

A especialista esclarece que os dados abrem várias frentes de pesquisa. Uma delas é analisar o quanto do envelhecimento saudável depende de fatores genéticos ou das condições ambientais.

O banco é fruto de uma parceria com a Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Mayana Zatz destaca a possível melhora de tratamento de doenças genéticas e maior diálogo entre os pesquisadores da América Latina.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

Você pode ouvir a entrevista completa no player acima.

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