Crime que vitimou Marielle foi além da morte em si

Para Guilherme Wisnik, mentiras sobre a vida da vereadora são outra forma grave de violência

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Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), Guilherme Wisnik discorre sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, em crime ocorrido no Rio de Janeiro, no dia 14 de março.

“É impressionante o quanto esse fato trouxe à tona e expôs a situação brasileira de uma forma caleidoscópica”, analisa.

“São duas formas de violência que se combinam: a violência física, a morte de Marielle, e a violência midiática, com a criação dessas fake news“, reflete Wisnik. O comentarista critica “as mentiras todas que foram feitas pelo MBL, por deputados da bancada da bala, por desembargadora, essa gente horrível que quer matá-la pela segunda vez”.

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