Como reagimos à intolerância e à agressividade no trânsito?

Paulo Saldiva observa que, ao longo do tempo, comportamentos agressivos e intolerantes prejudicam a saúde mental e a física

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Nesta edição,  o professor Paulo Saldiva comenta como o organismo humano reage ao comportamento de intolerância e agressividade no trânsito. “As incivilidades subjacentes a todos os atos urbanos acontecem nas filas do Metrô, supermercados, e essas atitudes se manifestam quando há um pequeno nível de desconforto”, observa.

O maior problema, segundo Saldiva, é que, ao longo do tempo, isso vai causando um preço para todos nós, por exemplo, para os hipertensos, que têm maior dificuldade de controlar sua pressão arterial. “É também um retrocesso civilizatório, como se mudasse a linha de base e aceitássemos como normal comportamentos que eram intoleráveis no passado. A violência não está nas redes sociais, nas periferias, mas ela mora conosco e anda cotidianamente ao nosso lado, fazendo com que mudemos nosso comportamento e esqueçamos de olhar nosso semelhante de forma mais compassiva e tolerante.”

Ouça no link acima a íntegra da coluna Saúde e Meio Ambiente.

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