Colunista levanta discussões a partir do filme “Coringa”

“Nossa época não perdoa o anonimato e cultiva a indiferença de todos a todos. É por isso que o filme é uma obra-prima”, afirma Marília Fiorillo

O filme Coringa, do diretor Todd Phillips, protagonizado por Joaquin Phoenix, vem dominando os debates nas últimas semanas. O longa sobre as origens do maior inimigo de Batman levantou discussões que vão além do universo fictício da cidade de Gotham.

Nesta edição de sua coluna, a professora Marília Fiorillo faz sua análise da obra. “Coringa não é a saga de um único homem perturbado e invisível, é um retrato visceral de uma sociedade muito doente. O filme expõe duas patologias centrais nessa época – a pressão pela famosidade vazia e a naturalização da crueldade.”

Ouça, no player acima, a íntegra da coluna Conflito e Diálogo.


Conflito e Diálogo
A coluna Conflito e Diálogo, com a professora Marília Fiorillo, vai ao ar toda sexta-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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