Urbanista faz balanço dos cem dias da gestão Doria

Para a colunista Raquel Rolnik, muito do que foi feito até agora teve doações de empresas, mas essa política não pode ser permanente

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A professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP Raquel Rolnik, em sua coluna semanal para a Rádio USP, faz um breve balanço dos cem dias do prefeito João Doria à frente do executivo municipal. Embora admitindo ser muito precoce qualquer análise mais profunda, dado o pouco tempo em que o prefeito se encontra no cargo, ela diz que algumas propostas e ações foram implementadas com algum sucesso, enquanto outras foram anunciadas, mas ainda não iniciadas.

Das propostas e ações efetivamente implementadas, a professora Raquel Rolnik chama a atenção para o fato de que algumas delas só se tornaram possíveis por meio de doações de empresas, o que não aparenta ser algo ilegal, embora sempre paire no ar a ideia de que isso possa implicar em alguma espécie de contrapartida. “Na verdade”, diz ela, “essas doações criam a imagem de que rapidamente a coisa está sendo resolvida, mas não existe nenhuma possibilidade de sustentabilidade de uma política permanente, que permanentemente vá depender de doações de empresas”. O efeito pode ser imediato e positivo, mas como fica a longo prazo ?

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