Colunista discute desafios do armazenamento de dados biométricos

Portabilidade e propriedade de informações biológicas devem ser repensadas, segundo especialista

Na coluna de hoje, Luli Radfahrer comenta sobre portabilidade de dados biométricos, comparando dados médicos e o histórico do uso de redes sociais. A principal diferença é que as postagens do usuário são completamente voluntárias, enquanto “você não controla a alteração de pulsação ou o nível de insulina no seu sangue. Além disso, outra coisa importante é que muitas dessas informações biológicas a gente não precisa saber, pois podem causar problemas, caso não sejam orientadas por um profissional de saúde”.

Além disso, coloca-se em cheque a privacidade do armazenamento de dados biométricos em smartphones, por exemplo. “A pessoa física não é capacitada para guardar essas informações de forma adequada. A melhor saída é que esses dados estejam guardados junto a algum órgão governamental. Por exemplo, os dados de saúde deveriam pertencer ao governo, e não a um laboratório, hospital ou aplicativo.”

Saiba mais ouvindo a coluna Datacracia na íntegra.


Datacracia
A coluna Datacracia, com o professor Luli Radfahrer, vai ao ar toda sexta-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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