Cobertura jornalística não deve dar espaço para nazismo e racismo

Colunista discute a falsa equivalência na cobertura da imprensa e destaca a importância da apuração dos fatos

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Os conflitos em Charlottesville, na Virgínia, reacenderam o debate sobre a “falsa equivalência” na cobertura jornalística norte-americana. Enquanto alguns, como o presidente Trump, afirmam que a mídia precisa dar espaço para todos os lados, outros dizem que não dar espaço para ideias nazistas e racistas é prejudicial à democracia. Esse é o tema da coluna desta semana do professor e jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva, que destaca que a melhor solução para essa questão é a imprensa se dedicar à apuração correta dos fatos.

Ouça na íntegra.

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