Cobertura jornalística não deve dar espaço para nazismo e racismo

Colunista discute a falsa equivalência na cobertura da imprensa e destaca a importância da apuração dos fatos

  • 3
  •  
  •  
  •  
  •  

Os conflitos em Charlottesville, na Virgínia, reacenderam o debate sobre a “falsa equivalência” na cobertura jornalística norte-americana. Enquanto alguns, como o presidente Trump, afirmam que a mídia precisa dar espaço para todos os lados, outros dizem que não dar espaço para ideias nazistas e racistas é prejudicial à democracia. Esse é o tema da coluna desta semana do professor e jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva, que destaca que a melhor solução para essa questão é a imprensa se dedicar à apuração correta dos fatos.

Ouça na íntegra.

Política de uso 
A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal da USP e do autor. No caso dos arquivos de áudio, deverão constar dos créditos a Rádio USP e, em sendo explicitados, os autores. Para uso de arquivos de vídeo, esses créditos deverão mencionar a TV USP e, caso estejam explicitados, os autores. Fotos devem ser creditadas como USP Imagens e o nome do fotógrafo.


  • 3
  •  
  •  
  •  
  •  

Textos relacionados