Chuvas e aumento do calor colaboram para a proliferação de doenças infecciosas

Somente com políticas públicas integradas e controle do uso do solo é possível acabar com mosquitos que causam doenças infecciosas

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Com o verão chegando, cresce a possibilidade de doenças provocadas por mosquitos. São Paulo registrou há pouco o primeiro caso de malária autóctone. “Isso vem se somando a um aumento e uma dificuldade progressiva de controle das doenças que são disseminadas por mosquitos”, diz Paulo Saldiva em sua coluna semanal para a Rádio USP. “Os mosquitos proliferam dentro do lixo urbano e em consequência da mudança do regime de chuvas, formando naturalmente criadouros aquecidos, onde as larvas eclodem com mais eficiência.”

De acordo com o professor, a natureza está nos dando um alerta porque vai muito além do que a saúde pode resolver. “Com a chegada do período de chuvas, do calor e das doenças infecciosas, há problemas que não se resolvem só com vacinas e sim com políticas públicas integradas e controle do uso do solo”, aponta.

Ouça no link acima a íntegra da coluna Saúde e Meio Ambiente.

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