Brasil deve capacitar refugiados para que sejam empreendedores

Professor da USP defende que o empreendedorismo é a melhor forma de contornar a crise dos refugiados

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Das 17.130 solicitações de refúgio analisadas pelo Comitê Nacional Para Refugiados em 2017, 40% foram aprovadas. O fluxo continuou aumentando e, em Roraima, mais de 40 mil refugiados venezuelanos vivem na capital.

O professor Paulo Feldmann, do Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, defende que a falta de políticas públicas pode prejudicar muito a economia do Brasil. Para ele, o governo deveria capacitar os refugiados que chegam para que eles se tornem pequenos empreendedores.

Ouça a entrevista completa no player acima.

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