O papa, o primeiro-ministro húngaro e o cemitério marinho

A rota via Líbia é extremamente perigosa, isso porque o país está sem governo ou autoridade central, numa guerra civil interminável, e numa crise econômica assustadora.

Mesmo os não católicos podem tirar o chapéu para o Papa Francisco, por sua declaração, nos últimos dias, sobre o resgate de mais de 3 mil refugiados na costa Líbia e a indiferença geral. Houve uma mudança no fluxo migratório. Com a barganha entre Turquia e União Européia, que prometeu alguns bilhões em ajuda financeira para conter o fluxo , principalmente de sírios que buscavam a rota dos Balcãs, e com a decisão do primeiro ministro húngaro de desafiar a comunidade européia e negar-se a receber a cota destinada ao país, uma nova onda de migrantes busca a rota da Líbia para alcançar a Itália.

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