Atendimento direto corre o risco de se tornar linha de montagem

A sugestão do colunista é que demandemos uma política de serviços mais próxima do cliente

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O professor Luli Radfahrer, na edição de hoje, comenta sobre os produtos se desmaterializando, isso porque as empresas, os negócios e os produtos estão cada vez mais traduzidos em sistemas de dados. “Ao invés de se pensar em um restaurante como um todo, você pensa em uma quantidade de mesas, pessoas e ingredientes e tenta organizar todos esses recursos para torná-lo mais lucrativo ou para menos desperdício. Corremos o risco de ter uma linha de montagem em qualquer tipo de negócio”, analisa.

Para mudar esse cenário, Radfahrer sugere que “demandemos uma política de serviços mais próxima do que eram as lojas nas cidades do interior em que você gosta de ir e o sujeito gosta de te atender”.

Ouça, no link acima, a íntegra da coluna Datacracia.

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