As manifestações contra a reforma da Previdência e seus possíveis efeitos

Para André Singer, as manifestações ocorridas nesta quarta-feira representam o início do ano político em nosso país

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Manifestação de centrais sindicais contra a mudança do sistema de previdência na Avenida Paulista - Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas
Manifestação de centrais sindicais contra a mudança do sistema de previdência na Avenida Paulista – Foto: Ricardo Stuckert/Fotos Públicas

O cientista político André Singer comenta, em sua coluna desta semana, as manifestações desta quarta-feira (15) em boa parte do País, as quais tiveram como alvo as reformas da Previdência e trabalhista e que foram maiores do que os protestos ocorridos quando da aprovação da PEC que limitou os gastos públicos. Para o colunista, isso demonstra que a população é bem mais sensível ao tema da Previdência Social, que está diretamente ligado às preocupações de seu dia a dia.

Singer se arrisca a dizer que, se esses protestos aumentarem de tamanho, o efeito fatalmente recairá sobre o Congresso, que se sentirá pressionado a alterar pontos importantes do projeto enviado pelo governo. Ele também comenta sobre a influência que a lista do procurador geral Rodrigo Janot pode ter sobre o projeto de reforma da Previdência.

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