Argumentos pró-intervenção militar não têm fundamentos históricos

Para professor da USP, os argumentos são ideológicos e não representam a realidade vivida naquele período

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O Brasil viveu sob regime ditatorial por 21 anos, desde 1º de abril de 1964. Hoje, 33 anos após a redemocratização do País, ainda se veem pessoas saindo às ruas em favor de uma nova intervenção militar e do retorno da ditadura – ainda que esta seja inconstitucional.

Professor do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Marcos Silva conta que esses argumentos apoiam-se em base ideológica e não têm sustentação em dados históricos.

Para entender mais sobre o tema, ouça a matéria clicando no link acima.

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