Aeroportos estão prontos para receber paralímpicos, garante professor da Poli

Para o professor Jorge Eduardo Leal Medeiros, os congestionamentos nos aeroportos, se houver, serão limitados a algumas situações

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Acompanhe a entrevista da repórter Simone Lemos com o professor Jorge Eduardo Leal Medeiros, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo:

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Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro - Foto: Wikimedia Commons
Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro – Foto: Wikimedia Commons

Encerrados os jogos olímpicos, o Rio de Janeiro prepara-se agora para receber as Paralimpíadas, que vão acontecer de 7 a 18 de setembro. Mais de 4 mil atletas deverão participar dessa primeira edição dos jogos paralímpicos na América do Sul, os quais, em seus onze dias de competição, envolverão 528 provas valendo medalhas: 225 femininas, 265 masculinas e 38 mistas, num total de 23 modalidades paralímpicas.

Uma das principais preocupações dos organizadores da competição é com os aeroportos, que funcionaram muito bem durante a Olimpíada, tendo registrado poucos atrasos e quase nenhum tumulto. No entanto, a situação agora é um pouco diferente, uma vez que envolve atletas com necessidades especiais, que dependem de uma certa logística para chegarem a seu destino.

O professor Jorge Eduardo Leal Medeiros, engenheiro de Aeronáutica da Escola Politécnica da USP, garante que os aeroportos nacionais estão preparados para receber pessoas com necessidades especiais, mas que, devido ao grande número delas, as empresas aéreas, e os próprios aeroportos, precisarão estar atentos  para atender a essa demanda. A dificuldade é maior por estar prevista uma grande participação de atletas com problemas motores, que necessitarão de uma infraestrutura particular para embarque e desembarque nos aviões. Com certeza, isso exigirá  “uma dedicação maior das empresas aéreas e dos operadores aeroportuários, que precisarão estar preparados para essa eventualidade”.

 

 

 

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