Adoção do sistema eleitoral distrital traria novos problemas

Dificuldades representativas vão além do modelo proporcional atual, como o financiamento suspeito de campanhas

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Após o recesso, o Congresso vai discutir mudanças no sistema eleitoral. Hoje, a escolha de parlamentares é feita pelo modelo proporcional, em que os partidos preenchem cadeiras de acordo com a quantidade de votos recebida. Uma das alternativas é a adoção do voto distrital, que é a eleição através da quantidade de votos que um candidato recebe no seu distrito.

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O mestre em ciência política pela USP, Vitor Oliveira, explica que a adoção do voto distrital pode beneficiar candidatos mais famosos e àqueles com maior aporte financeiro para a campanha. Por outro lado, o modelo distrital aproximaria o eleitoral do parlamentar eleito.

Ele considera que um grande problema é a falta de compreensão do eleitor em relação ao sistema atual e que possíveis mudanças podem agravar esse desconhecimento.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

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