Acordo bilateral Brasil-Chile deve trazer vários benefícios

País andino é destino da primeira viagem internacional de Jair Bolsonaro ao assumir a Presidência da República

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Foto: Divulgação

A primeira viagem internacional como presidente da República de Jair Bolsonaro, ao assumir o cargo em janeiro de 2019, será para o Chile, anunciou o deputado Onyx Lorenzoni, cotado para ser o ministro-chefe da Casa Civil do novo governo.  E não é por acaso. Brasil e Chile concluíram, agora em outubro, as negociações de um acordo bilateral que deve ser assinado entre os dois países até o final do ano, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

A iniciativa deve reforçar as relações entre o Mercosul, bloco do qual o Brasil é integrante, e a Aliança do Pacífico, do qual o Chile faz parte. O acordo inclui 17 temas de natureza não tarifária, como comércio de serviços e eletrônico, telecomunicações, medidas sanitárias e fitossanitárias e micros, pequenas e médias empresas entre outros.

Um fato inédito, que chama a atenção do professor Edgard Monforte Merlo, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP. Ele aprova o acordo e vê resultados positivos, como a possibilidade de criação de empregos no Brasil.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o Brasil negocia acordos semelhantes com Canadá, Cingapura, Coreia do Sul, União Europeia e o Efta, bloco de países compreendido por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.

Ouça a entrevista completa no link acima.

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