Ações bélicas de Trump não passam de táticas marqueteiras

Graças a elas, no entanto, Trump conseguiu recuperar a popularidade entre seus eleitores

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A professora Marília Fiorillo, em sua coluna semanal para a Rádio USP, faz um breve balanço das bravatas mais recentes do presidente norte-americano Donald Trump, como a de lançar 59 mísseis sobre a base aérea da qual teriam partido os aviões que despejaram o gás sarin numa cidade da Síria, muito recentemente. Ou o episódio  ainda mais recente do envio de uma frota nuclear em direção à Coreia do Norte, com o intuito de ameaçá-la, mas que, na verdade, navegava em direção contrária ao seu suposto alvo. Teria Trump se transformado num herói humanitário?, pergunta a professora Marília. Errado. Ele continua a ser um marqueteiro de primeira.

Estratégia de marketing à parte, resta pelo menos a boa notícia de que uma guerra nuclear não interessa a ninguém. “A guerra nuclear não está nem esteve em pauta. Não interessa a ninguém uma hecatombe, pois cliente morto não paga.”

 

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