A visão estreita dos estereótipos leva normalmente a erros

Segundo Luli Radfahrer, os estereótipos não correspondem à realidade, embora um dia tenham feito parte dela

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No Datacracia desta semana, Luli Radfahrer fala a respeito dos estereótipos instaurados na sociedade – o que significam, como são criados e como podem ser rebatidos. Para o professor da Escola de Comunicações e Artes, o estereótipo é a persistência de uma mentalidade ultrapassada. Como exemplo, ele cita que os atuais usuários de video-games não são mais apenas os adolescentes homens.

Para perceber que os estereótipos não condizem com a realidade, os dados de mercado podem ser utilizados. Sua análise pode revelar dados sociais interessantes. Segundo Luli, não entender as mudanças que os grupos estereotipados sofrem é “se tornar um tio”.

Ouça a coluna na íntegra.

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