A democracia é um sentimento, uma liturgia

Guilherme Wisnik diz que a obscuridade nasce e se alimenta de um processo insidioso de atacar as instituições democráticas do País

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O professor Guilherme Wisnik, na edição de hoje, comenta a desconstrução do sentimento democrático neste ano de eleição. Para ele, não é verdade que vivemos em um país com regras democráticas bem estabelecidas e maduras. “Temos que encarar esse sentimento pró-ditadura, que brota como que de repente do próprio ser do Brasil, de forma assustadora para muitos de nós.”

Wisnik afirma ser preciso enxergar que há uma dificuldade em entender que hoje vivemos em um País que rachou. “Essa obscuridade nasce e se alimenta de um processo insidioso de atacar as instituições democráticas no Brasil. A democracia não é um sentimento e sim uma liturgia.”

Ouça no link acima a íntegra da coluna Espaço em Obra.

 

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