A cidade contra os pichadores

Para a professora Raquel Rolnik, a atitude de “cobrir” as pichações constitui um gesto autoritário, justamente quando o diálogo deveria prevalecer

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Foto: André Tambucci/ Fotos Públicas
Foto: André Tambucci/ Fotos Públicas

Será que sabemos qual é o limite entre o grafite e a pichação? Ambas as expressões são transgressoras e típicas de grupos sociais marginalizados. Mas, queira-se ou não, também fazem parte do cenário artístico e cultural da cidade. Assunto desta semana da professora Raquel Rolnik, colunista da Rádio USP.

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