USP participa da Iniciativa Global de Reabilitação em Câncer

Iniciativa surgiu nos Estados Unidos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos pacientes oncológicos

Por - Editorias: Universidade
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Cerimônia contou com a presença de profissionais da área da saúde, representantes de instituições parceiras e especialistas nacionais e internacionais - Foto: Divulgação/SEDPCD
Cerimônia contou com a presença de profissionais da área da saúde, representantes de instituições parceiras e especialistas nacionais e internacionais – Foto: Divulgação/SEDPCD

O reitor Marco Antonio Zago participou, no dia 25 de outubro, da cerimônia de lançamento nacional da Iniciativa Global de Reabilitação em Câncer, promovida pela Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com o National Institutes of Health (NIH), a Sociedade Internacional de Medicina Física e Reabilitação (ISPRM) e a Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação (ABNFR).

A iniciativa surgiu nos Estados Unidos, liderada pelo National Institutes of Health, com o objetivo de fortalecer a ação de médicos e equipes de reabilitação, propor novas diretrizes de atendimento e estratégias de reabilitação eficazes para melhorar a qualidade de vida dos pacientes oncológicos.

“O que queremos com essa iniciativa é discutir a articulação entre diversos setores e mostrar que as redes bem articuladas proporcionarão diferentes níveis de assistência e serão capazes de atender às necessidades do paciente ao longo de todo o processo terapêutico – seja na adaptação do paciente ou nos cuidados paliativos –, com um sistema de informação melhor e capaz de comparar resultados, protocolos padronizados e mecanismos mais eficientes”, explicou a secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e professora titular da Faculdade de Medicina da USP, Linamara Rizzo Battistella.

Para o reitor Marco Antonio Zago, “o mais importante é que essa iniciativa reúne os recursos disponíveis e organiza as ações de diversas instituições para oferecer uma vida adequada aos pacientes. Cada um de nós deve fazer o que é de sua responsabilidade. À Universidade cabe promover a pesquisa relacionada ao câncer e também conscientizar estudantes, residentes e especialistas de que o câncer é uma doença que pode ser vencida e que a qualidade de vida do paciente pode ser recuperada”.

O chefe do Departamento de Reabilitação do NIH, Leighton Chan, contou um pouco da experiência do instituto e falou da oportunidade de agregar diferentes saberes para melhorar a assistência oferecida.

Também prestigiaram o evento o diretor da Faculdade de Medicina da USP, José Otávio Costa Auler Junior; o diretor geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), Paulo Marcelo Gehm Hoff; o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia, José Luiz Amorim de Carvalho; entre outros convidados.

Da Assessoria de Imprensa da USP

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