USP em Piracicaba busca parceria com universidade chinesa

Integrantes da China Agricultural University visitaram a Escola Superior de Agricultura para aproximar universidades chinesas e brasileiras

Por - Editorias: Universidade
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2016 10 25 delegacao chinesa
Visita da delegação da China Agricultural University – Foto: Gerhard Waller

Com o objetivo de estabelecer relações entre instituições de nível superior, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, recebeu, nos dias 24 e 25 de outubro, a visita de uma delegação da China Agricultural University. Durante a reunião, ficou estabelecida uma agenda entre as instituições e estipulada uma data para um reencontro em fevereiro, quando ocorrerá a reunião das universidades do Top 5 mundial, de que ambas fazem parte.

“Nos próximos dias, iremos nos debruçar para estabelecer um programa de atividades em intercâmbio de alunos e professores, que permita, realmente, culminar em trabalhos e publicações conjuntas”, afirma o diretor da Esalq, Luiz Gustavo Nussio.

A delegação chinesa foi representada pelos professores KE Bingsheng, presidente da China Agricultural University; Feng Weizhe, diretor de Escritório Internacional; Han Yijun, da Faculdade de Economia e Administração; e Hiong Chunwen, da Faculdade de Humanidades e Estudos de Desenvolvimento.

Os visitantes foram recepcionados pelo diretor da Esalq, acompanhado pelas professoras Helaine Carrer e Silvia Helena Galvão de Miranda.

Para o diretor Nussio, este foi um passo importante para a unidade, pois os chineses apresentaram um conjunto de atividades inovadoras. “Com essa visita, estamos buscando uma maior aproximação com a comunidade científica chinesa.”

O presidente da China Agricultural University, KE Bingsheng, também destacou o fortalecimento das relações entre as duas universidades. “O principal motivo da aproximação é que a China Agricultural University e a Esalq estão ranqueadas entre as cinco melhores no mundo na área de Ciências Agrárias. Há, também, uma relação comercial muito forte entre Brasil e China, mas essa relação não é equivalente entre universidades, então a proposta é fortalecer essas afinidades. Isso não apenas beneficiará os estudantes e os docentes, mas o próprio País e a agricultura”, concluiu Bingsheng.

Caio Nogueira / Divisão de Comunicação da Esalq

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