Laboratório subterrâneo de estudo de cadáveres abrirá portas ao público

O laboratório multidisciplinar da Faculdade de Medicina da USP reúne equipamentos que oferecem exames de qualidade e com maior sensibilidade diagnóstica

Por - Editorias: Universidade
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O equipamento é o único na América Latina capaz de revelar maior contraste e resolução em imagens - Foto: Divulgação/FMUSP
O equipamento é o único na América Latina capaz de revelar maior contraste e resolução em imagens – Foto: Divulgação/FMUSP

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No próximo dia 21 de dezembro, o laboratório que abriga a Plataforma de Imagem na Sala de Autópsia (Pisa) vai abrir as portas para visitas monitoradas. Um dos equipamentos alocados na Pisa é o Magnetom 7T MRI, um equipamento de ressonância magnética para corpo inteiro com campo de 7 Tesla, único na América Latina capaz de revelar maior contraste e resolução em imagens.

O equipamento é utilizado principalmente no estudo de cadáveres recebidos pelo Serviço de Verificação de Óbitos da Capital (SVOC), que é mantido pela USP e realiza em torno de 14 mil autópsias por ano relativas a mortes naturais (as mortes violentas estão a cargo do Instituto Médico Legal).

O equipamento também realiza pesquisa em voluntários que participam de projetos de pesquisa, principalmente na área de neuroimagem ou neurologia.

Um dos objetivos das pesquisas é desenvolver técnicas de diagnóstico por imagem que ajudem a identificar a causa da morte de modo menos invasivo do que uma autópsia convencional e que os resultados obtidos possam ser utilizados no diagnóstico e na compreensão de patologias presentes na clínica.

A visita monitorada acontece na próxima quarta-feira, dia 21, em três horários: 9h, 11h e 15h.  Não há necessidade de agendamento nesse dia. Para outras datas é preciso agendar no site.

A Pisa fica na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), localizada na Av. Dr. Arnaldo, 455.

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