Pint of Science: festival de ciência divulga programação

De 15 a 17 de maio, bares e restaurantes de 22 cidades brasileiras terão conversas de pesquisadores com público

Por - Editorias: Extensão, Universidade
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São Carlos foi a primeira cidade da América Latina a realizar o festival – Foto: Paulo Arias

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Em maio, um dos maiores festivais de divulgação científica do mundo desembarca em 22 cidades cidades brasileiras: o Pint of Science. Serão três dias, de 15 a 17, de conversas entre pesquisadores e público em ambientes descontraídos como bares e restaurantes. A Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP é uma das apoiadoras do evento. Unidades das USP em São Carlos, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Paulo também participam do festival.

A entrada no Pint of Science é gratuita e as pessoas só pagarão o que consumirem nos locais em que ocorrerá cada bate-papo. Como não são realizadas inscrições ou reservas antecipadas, recomenda-se que as pessoas cheguem antes para garantir seu lugar.

São Carlos foi a primeira cidade da América Latina a realizar o Pint of Science. A edição pioneira ocorreu em 2015, realizada pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP.

Neste ano, São Carlos escolheu falar sobre viagens ao espaço, novos medicamentos, depressão, autismo, tecnologia no campo, estatística no esporte, sustentabilidade, materiais feitos com vidro, problemas matemáticos de 1 milhão de dólares, além de segurança na internet. Confira a programação completa.

Em Ribeirão Preto, os assuntos do Pint of Science incluem estresse e depressão, inflamações desde artrite ao zika, teoria da relatividade, sociedade da informação nas histórias em quadrinhos, revolução das máquinas, ciências forense, ciência do amor, marketing, corrupção, educação e ciência, patrimônio e a origem da consciência. O link da programação está disponível aqui.

Em Piracicaba, os temas são: comida, remédio e sexo dos insetos, importância da pesquisa, robôs e sistemas de controle, métodos de produção de alimentos, a física e a matemática no nosso cotidiano, o que os fósseis têm a dizer sobre nosso futuro, a saúde física e mental, nanotecnologia e quantidade de dados no mundo atual. Confira a programação completa.

Em São Paulo, a programação é extensa com assuntos como a matemática por trás da crise da Cantareira, mistérios cósmicos, física quântica, efeito do placebo da medicina ao esporte etc. Os eventos das 22 cidades estão neste link.

Um dos objetivos do evento é levar os cientistas para falar diretamente com o público fora das universidades – Foto: Paulo Arias

Pioneiros

O festival nasceu em 2013, na Inglaterra, e chegou ao País em 2015, quando o ICMC realizou o evento em São Carlos, colocando o Brasil no mapa do Pint of Science. A proposta de levar os cientistas para falar diretamente com o público fora dos laboratórios de pesquisa deu tão certo que várias instituições procuraram o ICMC para saber como poderiam promover a iniciativa em suas cidades. Em 2016, sete municípios participaram do evento e, este ano, o festival espalhou-se para 22 cidades brasileiras.

Em âmbito nacional, o festival é patrocinado pela Pró-Reitoria de Pesquisa da USP, eScience Unicamp, Galoá e por quatro Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid), financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp): o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria; Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos; o Centro de Pesquisa, Educação e Inovação em Vidros; e o Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades.
Com informações de Denise Casatti e Henrique Fontes/ Pint of Science
 
Mais informações: site www.pintofscience.com.br

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