Game narra histórias antigas do povo indígena Huni Kuin

Criação do jogo “Huni Kuin: Yube Baitana” foi coordenada por pesquisador da USP

Editorias: Universidade - URL Curta: jornal.usp.br/?p=121050

Um casal de gêmeos kaxinawá – um jovem caçador e uma pequena artesã – foram concebidos pela jiboia Yube em sonhos e herdaram seus poderes. Se conseguirem passar por uma série de desafios, poderão se tornar um curandeiro e uma mestra dos desenhos. Nesta jornada, vão adquirir habilidades e conhecimentos de seus ancestrais, dos animais, das plantas e dos espíritos, e se comunicar com os seres visíveis e invisíveis da floresta. Tudo isso para se tornarem, enfim, seres humanos verdadeiros, ou seja, “Huni Kuin”.

Esse é o enredo do jogo Huni Kuin: Yube Baitana (“Os caminhos da jiboia”), desenvolvido por antropólogos, programadores, artistas e indígenas do povo Kaxinawá. O projeto de criação do videogame foi coordenado por Guilherme Pinho Meneses, doutorando em Antropologia Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Assista ao vídeo sobre o jogo:

 

Os Kaxinawá (ou Huni Kuin, como eles próprios se denominam) vivem na região do Rio Jordão, no Estado do Acre, próximo à fronteira com o Peru. O jogo narra cinco histórias antigas deste povo.

Durante o processo de criação, os pesquisadores viajaram diversas vezes às terras indígenas para desenvolver roteiro, desenhos, sons e narrativas.

O game está disponível em quatro línguas e pode ser baixado gratuitamente no site http://www.gamehunikuin.com.br

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