No Revoredo, Gil Fenerich e sua paixão pela viola

Gil Fenerich é formado em Música pela USP em Ribeirão Preto e um amante da viola caipira, influência do músico Tião Carreiro

Compartilhar no FacebookCompartilhar no Google+Tweet about this on TwitterImprimir esta páginaEnviar por e-mail

Clique aqui pra fazer o download

O Revoredo, o som da viola caipira instrumental, desta semana traz Gil Fenerich, bacharelado em música pelo Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, violeiro, instrumentista, professor, compositor e arranjador.  Se interessou pelo violão aos 10 anos, entre 12 e 13 anos, influenciado por Tião Carreiro, se apaixonou pela viola.

Fenerich é de Monte Alto, interior de São Paulo e além da influência de Tião Carreiro, mais tarde também foi influenciado por Almir Sater e Renato Teixeira.  O músico trouxe para o ouvinte Um caipira em Viena, faixa 3 de seu CD com o mesmo título.

Sempre trocou música de outros compositores e se lançou em fazer seu próprio CD, enquanto fazia Letras em Araraquara, junto lançou um Song Book, com todas as partituras.  “O professor Ivan Vilela usa esse material em suas aulas me deixa muito honrado”. A segunda música apresentada remete ao sertão de Minas Gerais, Viola de Capiau.

Em 2008 participou do Simpósio Nacional em Viola Caipira, em Belo Horizonte, onde se encontrou com grandes nomes da viola caipira que lhe trouxe grande experiência. O músico trouxe mais uma música bem caipira, dessa vez mais paulista Estrada de Chão, que está na faixa 2 do seu CD.  Também ouvimos a faixa 7, Dias tranquilos.

O entrevistado fala da alegria por ter recebido convite do professor Ivan Vilela, para ser um dos 20 músicos que estarão reunidos no selo SESC. Nele estará a sua música Dança da Onça, um chamamé. Para encerrar o músico tocou a guarania Ondas do mar de vigo, nome de uma cantiga trovadorense da Idade Média.

O programa Revoredo é produzido e apresentado pelo maestro José Gustavo Julião de Camargo, do Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.

Por: Rosemeire Soares Talamone

Compartilhar no FacebookCompartilhar no Google+Tweet about this on TwitterImprimir esta páginaEnviar por e-mail

Textos relacionados