USP terá primeiro escritório regional de programa da ONU na América Latina

A Universidade será sede do primeiro escritório regional do Programa Cidades do Pacto Global

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O diretor executivo do Programa Cidades Michael Nolan (à esq.), e o reitor Marco Antonio Zago, na sede da ONU, em Nova Iorque (Foto: Divulgação)

A USP e a Organizações das Nações Unidas (ONU) assinaram um memorando de entendimento que prevê a implantação, na Cidade Universitária, em São Paulo, do primeiro escritório regional do Programa Cidades do Pacto Global – acordo humanitário entre empresas, organizações da sociedade civil e demais instituições de todo o mundo, coordenado pela ONU – na América Latina.

A Universidade articulará ações voltadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que fazem parte da Agenda 2030 da ONU, em parceria com Secretariado Internacional do Programa, sediado no Royal Melbourne Institute of Technology (RMIT), na Austrália. A previsão é que o escritório seja inaugurado no próximo mês de outubro, no prédio do Centro de Difusão Internacional (CDI), localizado no campus de São Paulo.

O documento foi assinado, no dia 22 de setembro, pelo reitor Marco Antonio Zago e pelo diretor executivo do Programa, Michael Nolan, na sede da ONU, em Nova Iorque. Também estavam presentes ao encontro o presidente da Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional (Aucani), Raul Machado Neto; a superintendente de Gestão Ambiental (SGA) da Universidade, Patrícia Faga Iglecias Lemos; além de líderes do Pacto Global e de organizações internacionais, como UN-Habitat e o Fórum Econômico Global.

“Esta é uma excelente oportunidade para trabalhar uma agenda fundamental para o presente e para o futuro do Brasil e da América Latina”, destacou o reitor.

Segundo a superintendente da SGA, a iniciativa buscará a facilitação de projetos em parceria entre governos, sociedade civil, setores privados, academia e agências da ONU; a colaboração de amplo espectro para que se viabilize o acesso a fundos próprios de financiamento para projetos que contribuam com essa agenda; e a troca de conhecimento científico e cooperação em todos os níveis. “A Universidade pode e deve ser um laboratório para as políticas públicas e esse tipo de cooperação, sem dúvida, abrirá oportunidades nesse sentido”, afirmou Patrícia.

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