USP, Unesp e Unicamp unem-se em força-tarefa contra o Zika Vírus

No dia 3 de fevereiro, os pró-reitores de Pesquisa da USP, Unicamp e Unesp – José Eduardo Krieger, Gláucia Maria Pastore e Maria José Mendes Giannini, respectivamente – realizaram uma reunião na sede do Cruesp com representantes da Fapesp e da Rede Zika Vírus.

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No dia 3 de fevereiro, os pró-reitores de Pesquisa da USP, Unicamp e Unesp – José Eduardo Krieger, Gláucia Maria Pastore e Maria José Mendes Giannini, respectivamente – realizaram uma reunião na sede do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) com o diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Carlos Henrique de Brito Cruz; o coordenador adjunto da Diretoria Científica da Fapesp, Walter Colli; e representantes da Rede Zika Vírus.

O objetivo do encontro foi ouvir os membros da Rede sobre o combate ao Zika Vírus, identificar os gargalos referentes às atividades em desenvolvimento, acelerar processos e contribuir para soluções. A primeira proposta do grupo visa a consolidar o modelo de trabalho dos pesquisadores em Rede no Estado de São Paulo, no país e com pesquisadores do exterior; e aprimorar os canais de interação com a população e com os agentes de saúde (Secretaria de Estado da Saúde e Ministério da Saúde), para que a empreitada tenha o sucesso pretendido.

Além disso, uma comissão de quatro membros da Rede preparará uma pauta para a próxima reunião entre os especialistas da área, que será realizada na Fapesp  nas próximas semanas. “Esperamos que se consolide, durante a reunião, o plano de trabalho para os próximos meses, com suas prioridades, para que as Pró-Reitorias e a Fapesp possam continuar apoiando os trabalhos da Rede do Zika Vírus, em consenso com os demais setores da sociedade”, afirmou o pró-reitor de Pesquisa da USP, José Eduardo Krieger.

Para a pró-reitora da Unicamp, Gláucia Pastore, “o encontro foi importante para que as pessoas soubessem quem faz o quê, visto que muitas não se conhecem. A USP apresentou suas ações, que estão muito mais concentradas no vírus propriamente dito, ao passo que Unicamp optou por uma estruturação mais global dos pontos a serem atacados”.

Também participaram da reunião os pesquisadores Paolo Zanotto, Margareth Capurro, Luis Carlos Ferreira e Jean Pierre Schatzmann Peron, da USP; Clarice Weis Arns, Daniel Fábio Kawano, Fábio Trindade Maranhão da Costa, Mary Ann Foglio, Rodrigo Ramos Catharino e Valquiria Celina Garcia, da Unicamp; Jayme Augusto Souza Neto, João Pessoa Araújo Junior e Maria Inês de Moura Campos Pardini, da Unesp; Luiz Carlos de Mattos, da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp); e Saulo Passos, da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ).

(Foto: Wikimedia Commons)

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