Reitoria abre sindicância para apurar denúncias envolvendo a FUSP

A Reitoria abriu sindicância para apurar os fatos envolvendo a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (FUSP), mencionados na matéria “Fundação da USP paga empresa de docentes”, publicada no jornal O Estado de S. Paulo, no dia 16 de agosto. A Comissão Sindicante é formada por três docentes da Universidade.

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A Reitoria abriu sindicância para apurar os fatos envolvendo a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (FUSP), mencionados na matéria “Fundação da USP paga empresa de docentes”, publicada no jornal O Estado de S. Paulo, no dia 16 de agosto. A Comissão Sindicante é formada por três docentes da Universidade.

Em comunicado enviado a alunos, professores e funcionários técnicos e administrativos no dia 17 de agosto, a Reitoria destacou “seu compromisso com a ética e a transparência em todos os seus atos” e ressaltou que “manterá a comunidade informada sobre o andamento dos trabalhos da Comissão Sindicante e das medidas tomadas pela Fundação”.

A Comissão tem trinta dias para apresentar seu relatório.

FUSP

No dia 19 de agosto, após reunião, o Conselho Curador da FUSP também determinou a abertura de sindicância para averiguar, no âmbito da Fundação, as denúncias feitas pelo jornal.

A Comissão é composta por três professores da USP e, assim como na sindicância da Reitoria, deverá apresentar o relatório em trinta dias.

Em função do pedido de afastamento do diretor executivo da Fundação, José Roberto Cardoso, “para oferecer plena liberdade de apuração dos fatos”, conforme informado no comunicado da Reitoria, o superintendente de Relações Institucionais da Universidade e membro do Conselho Curador, José Roberto Drugowich de Felício, assume o cargo interinamente.

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