Reitor visita as instalações do Centro Experimental Aramar, da Marinha

No dia 14 de julho, o reitor Marco Antonio Zago e dirigentes da USP visitaram as instalações do Centro Experimental Aramar (CEA), base do Programa Nuclear da Marinha do Brasil, localizado na cidade de Iperó.

SAMSUNG CAMERA PICTURES
Entre os locais visitados está o Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene), que será uma instalação experimental, em terra, de uma planta de propulsão naval nuclear

No dia 14 de julho, o reitor Marco Antonio Zago visitou as instalações do Centro Experimental Aramar (CEA), base do Programa Nuclear da Marinha do Brasil, localizado na cidade de Iperó, em São Paulo. A visita teve como principal objetivo reforçar a longa relação que a Universidade tem com a Marinha – especialmente nos campos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e formação de pessoal – e discutir novas possibilidades de parceria.

Acompanharam a visita o vice-reitor Vahan Agopyan; o pró-reitor de Pesquisa, José Eduardo Krieger ; o pró-reitor de Pós-Graduação, Carlos Gilberto Carlotti Júnior; o diretor do Instituto de Química, Luiz Henrique Catalani; o diretor do Instituto de Química de São Carlos, Germano Tremiliosi Filho; e o diretor do Instituto de Física de São Carlos, Tito José Bonagamba.

Os dirigentes foram recebidos pelo diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo (CTMSP), contra-almirante André Luís Ferreira Marques, que apresentou as instalações da Unidade Piloto de Hexafluoreto de Urânio (Usexa), o Laboratório de Enriquecimento de Isotópico e o Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene), ainda em fase de construção.

Localizado a 120 km da capital paulista, o complexo de Aramar abrigará – quando estiver em completo funcionamento – as principais oficinas, usinas, laboratórios e protótipos desenvolvidos pelo Programa Nuclear da Marinha, cujo objetivo é estabelecer a competência técnica para projetar, construir, operar e manter sistemas de propulsão com reatores do tipo Reator de Água Pressurizada (PWR), e produzir o seu combustível para a propulsão naval.

(Foto: Comunicação Social do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo – CTMSP)

Textos relacionados