No ano do seu cinquentenário, Edusp ganha sete prêmios Jabuti

O Prêmio Jabuti é o mais tradicional e prestigiado do mercado editorial brasileiro. Conquista da Edusp soma-se à comemoração dos 50 anos da Editora.

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(Da esquerda para direita) Cristiane Silvestrin, diretora editorial; Sandra Reimão; Plinio Martins Filho; e Marisa Midori Deaecto

No dia 28 de novembro, foi realizada, na Sala São Paulo, a cerimônia de entrega do 54º Prêmio Jabuti, o mais tradicional e prestigiado do mercado editorial brasileiro. A Edusp conquistou sete prêmios, em quatro categorias, inclusive o primeiro lugar da categoria Comunicação, com “O Império dos Livros: Instituições e Práticas de Leitura na São Paulo Oitocentista”, de Marisa Midori Deaecto. Nessa mesma categoria, o segundo lugar ficou com o livro “Repressão e Resistência: Censura a Livros na Ditadura Militar”, de Sandra Reimão.

Essa é a segunda vez que a Edusp recebe sete prêmios – sua melhor marca, alcançada pela primeira vez em 1997 –, e a conquista tem um sabor ainda mais especial por acontecer no mesmo ano em que a editora completa 50 anos. “É importante ressaltar que, apesar de ser uma editora universitária, a Edusp consegue concorrer igualmente com as grandes editoras do mercado. Nós recebemos tantos prêmios quanto a Editora Record, por exemplo, e isso é uma prova do reconhecimento da qualidade do nosso livro”, afirma o seu diretor, Plinio Martins Filho.

Além dos dois prêmios da categoria Comunicação, a Editora também ficou com o segundo lugar na categoria Economia, Administração e Negócios, com o livro “A Gestão da Amazônia: Ações Empresariais, Políticas Públicas, Estudos e Propostas”, de Jacques Marcovitch, reitor da USP no período entre 1997 e 2001.

Na categoria Ciências Exatas, o livro “Química Medicinal: Métodos e Fundamentos em Planejamento de Fármacos”, organizado por Carlos A. Montanari, recebeu o segundo prêmio e “Substâncias Orgânicas: Estrutura e Propriedades”, de Nídia Franca Roque, recebeu o terceiro. Em Teoria e Crítica Literária, a Edusp também ficou com o segundo e o terceiro lugar, com os livros “Da Estepe à Caatinga: O Romance Russo no Brasil (1887-1936)”, de Bruno Barreto Gomide, e “Crítica Textualis in Caelum Revocata? Uma Proposta de Edição e Estudo da Tradição de Gregório de Matos e Guerra”, de Marcello Moreira, respectivamente.

(Foto: Francisco Emolo)

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