Gestão universitária é debatida em reunião dos dirigentes

Esta foi a sétima edição dos encontros com os dirigentes, que vêm sendo continuamente promovidos pela Administração Central desde fevereiro de 2014, para debater as principais demandas da Universidade.

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Esta foi a sétima edição dos encontros com diretores, que vêm sendo promovidos desde fevereiro de 2014

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O vice-reitor Vahan Agopyan (à esq.) e o reitor Marco Antonio Zago se reuniram com dirigentes das Unidades de Ensino e Pesquisa, Institutos Especializados, Museus e Órgãos Centrais da Universidade

No dia 20 de outubro, o reitor Marco Antonio Zago e o vice-reitor Vahan Agopyan se reuniram com dirigentes das Unidades de Ensino e Pesquisa, Institutos Especializados, Museus e Órgãos Centrais da Universidade, na sala do Conselho Universitário, no prédio da Reitoria.

Esta foi a sétima edição dos encontros com os dirigentes, que vêm sendo continuamente promovidos pela Administração Central desde fevereiro de 2014.

O reitor deu início ao encontro falando sobre um projeto de lei, que está tramitando no Senado, para alterar os valores da lei nº 8.666/1993, que regulamenta a aquisição de bens e serviços no setor público. Caso seja aprovado, o limite de licitação para contratação de obras passará a ser de R$ 45 mil e, para outros gastos, de R$ 24 mil.

Em seguida, Zago destacou que as negociações sobre o teto salarial estão em andamento nos poderes Legislativo e Executivo. “Não é possível prever como isso será encaminhado, mas sou otimista quanto ao resultado”, disse.

Uma das novidades da reunião foi o lançamento do sistema de votação eletrônica, que foi apresentado pelo superintendente de Tecnologia da Informação, João Eduardo Ferreira. O sistema, baseado no Helios Voting, está em funcionamento em caráter experimental. Nesta primeira fase, Unidades de Ensino e Pesquisa dos campi de São Carlos e Ribeirão Preto estão utilizando o sistema para a eleição de representantes de Congregações e Comissões. Segundo o reitor, o mesmo sistema pode também ser utilizado para a eleição de dirigentes.

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O pró-reitor de Graduação, Antonio Carlos Hernandes, falou sobre as alterações nos currículos dos cursos de graduação que, a partir de agora, podem ser feitas pelo Júpiter Web

Outra demanda importante da Universidade que passa a ser oferecida on-line diz respeito às alterações nos currículos dos cursos de graduação que, a partir de agora, podem ser feitas pelo Júpiter Web. “O sistema permite agilidade no processo, diminuindo o tempo de implementação das alterações e a diminuição do fluxo de papel”, explicou o pró-reitor de Graduação, Antonio Carlos Hernandes.

Na reunião, foram discutidas as propostas relativas às reformas estatutárias e regimentais em andamento, entre elas, a que trata da presidência das quatro comissões estatutárias das Unidades, assunto que foi retirado de pauta na última reunião do Conselho Universitário.

Creches e administração

O reitor abriu os trabalhos da tarde tecendo esclarecimentos sobre as obrigações trabalhistas da Universidade em relação aos servidores docentes e técnico-administrativos, em especial, o auxílio-creche, concedidos aos dependentes com idade até os seis anos. Atualmente, 3.600 servidores recebem o benefício, com custo anual de R$ 22 milhões aos cofres da Universidade. Por outro lado, a USP dispende cerca de R$ 24 milhões para atender a 400 crianças nas creches.

O coordenador da Administração Geral, Rudinei Toneto Júnior, falou sobre as recentes realizações da área, como os resultados do Programa de Incentivo à Demissão Voluntária; a ampliação do programa USP Oportunidades; a reativação da Comissão Central de Recursos Humanos e a implantação do sistema Férias Web.

Dois dos projetos que estão em andamento, segundo o coordenador, é o compartilhamento do Serviço de Pessoal dos Órgãos Centrais e o desenvolvimento de um estudo para a implantação do ponto eletrônico.

Plano de metas

No encerramento da reunião, o reitor firmou, com os dirigentes, o compromisso de rever o plano de metas, estabelecido em março deste ano. Tal revisão será encaminhada às Unidades para que possam ser analisadas e serem discutidas na reunião do Conselho Universitário do dia 15 de dezembro.

“É importante também que as Unidades definam seus próprios planos de metas, tendo em vista que as metas devem ser realistas, do que pode ser realizado, medido e avaliado e para que, no início do próximo ano acadêmico, tenhamos um plano de metas geral para os próximos dois anos”, ressaltou.

(Fotos: Ernani Coimbra)

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