Diretor da EESC quer fomentar integração entre a Unidade e outros órgãos

Na cerimônia de posse, Paulo Sergio Varoto, lembrou sua trajetória acadêmica e profissional, que está intrinsecamente ligada à EESC, e ressaltou que é preciso promover maior integração da Unidade com os órgãos internos e externos.

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Na manhã desta segunda-feira, dia 16 de março, foi realizada a cerimônia de posse do novo diretor da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, Paulo Sergio Varoto, no Anfiteatro Jorge Caron

O novo diretor estará à frente da gestão da Unidade até 23 de fevereiro de 2019

“Sinto-me extremamente honrado em exercer o cargo de diretor de umas das melhores escolas de engenharia do País e uma das maiores unidades da USP”, destacou no início do seu discurso o diretor, que possui um longo relacionamento com a Unidade. “Oficialmente, são 31 anos de vínculo, 26 anos como docente e outros cinco como estudante de graduação em Engenharia Mecânica. Mas frequento os laboratórios desde pequeno, por influência de familiares que trabalhavam aqui. E, antes de ingressar na graduação, trabalhei como estagiário no Centro de Processamento de Dados (CPD) da Unidade e fiz cursinho no Centro Acadêmico Armando de Salles Oliveira (CAASO)”.

O diretor lembrou algumas metas de sua gestão à frente da Unidade no ensino, pesquisa e extensão, ressaltando que para a realização é preciso promover maior integração: “devemos fomentar a integração entre a EESC e os órgãos internos e externos, no âmbito municipal, estadual e federal”.

O último diretor, Geraldo Roberto Martins da Costa, teve descerrado seu quadro, que irá compor a galeria de ex-diretores, e o prefeito da cidade de São Carlos e ex-aluno da EESC, Paulo Roberto Altomani, fez uma homenagem em nome da Gestão Municipal a quatro professores que lhe deram aulas.

O reitor Marco Antonio Zago aproveitou a ocasião para falar dos alunos do Centro Acadêmico, que estavam presentes: “quero reafirmar minha admiração pelo CAASO, cujos alunos participaram e participam ativamente do movimento estudantil e do debate na Universidade”. Logo após a cerimônia, o reitor, o vice-reitor, Vahan Agopyan; e o presidente do Conselho Gestor do Campus de São Carlos, Carlos Alberto Ferreira Martins, reuniram-se com seis membros do Centro para dialogar com os estudantes sobre permanência estudantil e assuntos ligados ao ensino e à Administração da Universidade em geral.

Mudanças e ranking

(Da esq. p/dir.) O último diretor, Geraldo Roberto Martins da Costa; o novo diretor; o prefeito de São Carlos, Paulo Roberto Altomani; o reitor Marco Antonio Zago; e o vice-reitor Vahan Agopyan

Zago comentou sobre algumas ações e mudanças durante o primeiro ano de sua gestão, como o fim da lista tríplice para a escolha de diretores e vice-diretores das Unidades de Ensino e Pesquisa, Museus e Institutos Especializados, aprovada um mês após o início do mandato: “é impossível não compreender a mudança na composição do Conselho Universitário (Co), que passou a ser formado somente pela representação da vontade das Unidades, o que demonstra o respeito à autonomia delas”; e o aumento da transparência dos recursos públicos com a ampliação do Portal da transparência.

Em relação às alterações no Estatuto da USP, o reitor adiantou que a próxima reunião extraordinária do Co será sobre a estrutura de poder e governança na Universidade, no dia 7 de abril de 2015, quando serão discutidos os temas carreiras e regimes de trabalho; autonomia e organização das Unidades ou Órgãos e formas de deliberação das alterações estatutárias, e também serão definidos o modus operandi e o calendário das deliberações sobre a reforma do Estatuto.

Ele ressaltou o bom desempenho que a USP obteve na classificação do World Reputation Ranking, elaborado pelo The Times Higher Education, em parceria com a Thomson Reuters, divulgado no dia 11 de março. A Universidade passou da posição 81-90 para a 51-60, o que representa a melhor posição alcançada pela USP desde a criação do ranking, em 2011.  A Instituição também foi a única universidade brasileira a figurar nessa classificação. “Itália, Espanha e Portugal, apesar de terem universidades mais antigas e com mais tradição, não têm nenhuma universidade figurando entre as 100 mais prestigiadas”, frisou, lembrando que a USP ajudou a alavancar o desenvolvimento das regiões onde possui seus campi, como em São Carlos.

(Fotos: Ernani Coimbra)

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