Nova diretora quer conduzir FDRP a patamar de excelência acadêmica

Monica Herman Salem Caggiano assumiu a Diretoria da Unidade, junto com a vice-diretora Maisa de Souza Ribeiro, no dia 27 de outubro

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As novas diretora e vice-diretora da FDRP, Monica Herman Salem Caggiano (à esquerda) e Maisa de Souza Ribeiro – Foto: Marcos Santos / USP Imagens

O auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) foi o palco da posse das novas diretora e vice-diretora da Unidade, Monica Herman Salem Caggiano e Maisa de Souza Ribeiro. A cerimônia foi realizada no dia 27 de outubro e contou com a presença de dirigentes da Universidade, autoridades governamentais, representantes de instituições acadêmicas, professores, alunos e funcionários do campus.

O evento teve início com a entrada solene da Congregação da FDRP, tendo à frente o pró-reitor de Pós-Graduação da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior.

Monica, que nasceu na cidade de Bucareste, na Romênia, deu início a seu discurso falando sobre suas origens. “Vim de muito longe e, em nenhum momento da minha longa travessia, pensei em ocupar um posto tão honroso no seio da USP. Eu e minha família viemos em busca da liberdade de agir, trabalhar, estudar, de formação, para atuar no pleno exercício da cidadania. Vim temendo o futuro e o desconhecido, consciente, porém, que seria uma aventura bem-sucedida”, contou.

“Aqui estou com a incumbência de conduzir esta Escola ao patamar de merecida excelência, patamar este já reconhecido nacional e internacionalmente. Iniciar o trabalho em redes, tornar esta Escola um ponto de referência internacional no desenvolvimento das ciências jurídicas traduz o objetivo da comunidade acadêmica desta Escola de Direito e passa a retratar a minha nova e futura empreitada”, acrescentou a nova diretora.

O reitor Marco Antonio Zago afirmou que “esta Faculdade tem, em primeiro lugar, que garantir a formação de profissionais com excelência técnica. Não pode ser diferente, considerando a qualidade de seu corpo docente e dos alunos que aqui estudam. Mas temos obrigações adicionais para com esses alunos. A ênfase na postura ética, no respeito à diversidade de ideias e no sentido da responsabilidade para construção de uma sociedade mais justa e humana deve perpassar toda a vida acadêmica”.

Zago também destacou que “somos hoje uma universidade cosmopolita, internacional, que compete na fronteira do conhecimento e ajuda a gerar competência técnica e criar a elite que vai dirigir o país na próxima década. É a autonomia para decidir sobre nosso caminho e realizar essa missão que temos que defender. Essa autonomia foi ameaçada quando comprometemos 106% de nossos recursos orçamentários com folhas de pagamento, esgotando nossas reservas. Foi neste estado trágico que assumimos a gestão da USP em 2014. Tivemos que fazer sacrifícios. Todos fizeram. Hoje, estamos preparados para reiniciar um período de normalidade administrativa e financeira” (clique aqui e acesse a íntegra do discurso do reitor).

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