A obra literária de Paulo Emilio

Livros escritos pelo crítico e professor da USP analisam a trajetória do cinema nacional

Por - Editorias: Cultura
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O Cinema no Século, organização Carlos Augusto Calil, Cia das Letras, 2015. Coletânea de artigos publicados nos jornais de 1941 a 1970, com a edição de Carlos Augusto Calil e Adilson Mendes. O livro abre o projeto de reedição da obra de Paulo Emilio Salles Gomes pela editora.

Capitu, Editora Cosac&Naify, 2008. Roteiro para cinema escrito por Paulo Emilio Salles Gomes e Lygia Fagundes Telles, com quem foi casado. É uma adaptação do romance de Machado de Assis Dom Casmurro, filmado por Paulo César Saraceni em 1968.

Cemitério, Cosac&Naify, 2007. Paulo Emilio estava escrevendo o livro que alia ficção à memória política, porém morreu sem terminar. Trinta anos depois, o manuscrito foi reencontrado e organizado por Carlos Augusto Calil, que assina o posfácio.

Três Mulheres de Três Pppês, Cosac&Naify, 2007. Três novelas que apresentam três anti-heroínas sob a livre imaginação de Paulo Emilio quando tinha 60 anos. As histórias se passam na São Paulo de 1940, retratando elementos do cotidiano e da burguesia paulista.

Vigo, Vulgo Almereyda, Companhia das Letras, 1991. Traz o perfil de Miguel Almereyda, pai do cineasta Jean Vigo e militante da esquerda francesa. Paulo Emilio reconstitui a trajetória de Vigo na Paris da virada do século até o seu final trágico.

Cinema, Trajetória no Subdesenvolvimento, Editora Paz e Terra, 1986. O livro apresenta a história do cinema contextualizada com a história do Brasil. Paulo Emilio afirma que “o subdesenvolvimento não é uma fase, mas um estado de ser”.

Glauber Rocha, Editora Paz e Terra, 1977. Paulo Emilio assina o prefácio deste livro. Traz dois artigos de críticos de cinema brasileiros e três de estrangeiros, numa análise sobre o trabalho do cineasta.

Humberto Mauro, Cataguases, Cinearte, Editora Perspectiva, 1974. A carreira do cineasta Humberto Mauro, um dos pioneiros do cinema brasileiro, é recriada por Paulo Emilio. Como bem assinalou o crítico literário e professor da USP Alfredo Bosi, o livro traz observações agudas sobre o significado da técnica em Humberto Mauro, “que não era propriamente intelectual, mas organizador feliz de recursos artesanais”.

70 Anos do Cinema Brasileiro, Editora Expressão e Cultura, 1966. O livro é um clássico da história do cinema nacional, escrito por Paulo Emilio, em co-autoria com o cineasta e jornalista Adhemar Gonzaga. Em 1970, foi republicado pela série Cinema com o título Panorama do Cinema Brasileiro: 1896/1966.

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