USP na pesquisa e combate ao zika vírus

Confira os destaques publicados nas mídias da USP sobre sobre o zika vírus

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Estudo multicêntrico sobre zika avaliará mães e bebês até completarem um ano

4 de agosto de 2016

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Macaca Foto: Einar Fredriksen/Wikimedia Commons

O desenvolvimento de vacinas seguras e eficazes contra o vírus zika é considerado uma prioridade para a saúde mundial

A revista científica Science acaba de publicar em sua edição online o artigo Múltiplas plataformas vacinais mostram eficácia na proteção de macacos Rhesus contra o zika.

Este é mais um resultado da colaboração liderada pelo Centro de Virologia e Pesquisa em Vacina de Harvard, da qual participa o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP. O objetivo é chegar rapidamente a uma vacina contra o zika.

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Pesquisador norte-americano estuda a geografia social do zika vírus no Brasil

2 de agosto de 2016

Professor visitante do Instituto de Estudos Avançados da USP, Jeffrey Lesser pesquisa saúde e história social nas metrópoles

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"A revolta da Vacina", charge de Leonidas publicada na revista O Malho, em 1904 - Foto: Divulgação / IEA
“A revolta da Vacina”, charge de Leonidas publicada na revista O Malho, em 1904 – Foto: Divulgação / IEA

Considerado uma ameaça à saúde mundial, o zika vírus pode ser mais um indicador das desigualdades que persistem no Brasil, já que seus impactos são maiores em áreas mais pobres. O tema é discutido no artigo The Social Geography of Zika in Brazil (A geografia social do zika vírus no Brasil), assinado pelo professor visitante do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP Jeffrey Lesser, da Emory University de Atlanta, Estados Unidos. Publicado no número 48 da revista norte-americana NACLA Report on the Americas, o artigo tem coautoria de Uriel Kitron, chefe do Departamento de Ciências Ambientais da mesma universidade.




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Instituto Butantan vai desenvolver vacina contra o vírus zika

7 de julho de 2016

Trata-se de uma parceria entre os Estados Unidos e a Organização Mundial da Saúde (OMS)

Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Foto: Marcos Santos / USP Imagens
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O instituto receberá US$ 3 milhões da Organização Mundial da Saúde (OMS), além de doações de outros países e organizações privadas, a fim de expandir a capacidade de produção de vacinas do Butantan. O diretor do instituto, professor Jorge Kalil, conta que a verba será destinada à compra de equipamentos e reagentes, além de bolsas para os pesquisadores.

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Interações entre zika e dengue serão estudadas durante testes de vacina brasileira

8 de julho de 2016

A proposta do estudo é verificar se a infecção pelo vírus da dengue facilita o contágio pelo vírus Zika

Pesquisadores do Instituto Butantan acompanharão participantes dos testes da vacina contra a dengue por cinco anos – Foto: Daniel Guimarães
Pesquisadores do Instituto Butantan acompanharão participantes dos testes da vacina contra a dengue por cinco anos – Foto: Daniel Guimarães

 

Pesquisadores do Instituto Butantan avaliarão as possíveis interações entre os vírus Zika e o da dengue durante os testes em humanos da primeira vacina brasileira contra a dengue, que estão em andamento. O anúncio foi feito por Paulo Lee Hoo, diretor da DDTP do Instituto Butantan.

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Estudo multicêntrico sobre zika avaliará mães e bebês até completarem um ano

30 de junho de 2016

 

Projeto financiado pelo NIH, dos EUA, vai monitorar 10 mil mães e seus bebês pelos próximos dois anos nas Américas Central e do Sul

Foto: Divulgação/TV Brasil
Foto: Divulgação/TV Brasil

Os riscos do zika vírus para mães e bebês são o alvo de estudo multicêntrico que começa em Ribeirão Preto, Recife, Rio de Janeiro e Salvador e outras cidades na Colômbia, Guatemala, Nicarágua e Porto Rico.

É o Estudo Internacional de Coorte Prospectivo Observacional do Zika em Crianças e Gestantes (estudo ZIP) que vai acompanhar, ao todo, dez mil gestantes do início da gravidez (com menos de 12 semanas) até o parto e os recém-nascidos, por pelo menos até um ano de vida. Somente em Ribeirão Preto, mil dessas mães serão selecionadas para o estudo. A condição para participar é, além de estarem no início da gestação, nunca terem sido diagnosticadas com o zika. Leia mais

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Artigo na Nature anuncia que vacina contra zika é possível; USP participa do estudo

28 de junho de 2016

O trabalho foi realizado no Centro de Virologia e Pesquisa em Vacina da Escola de Medicina de Harvard

A revista Nature publicou nesta terça-feira (28) o artigo Vaccine protection against Zika virus from Brazil. O texto relata que camundongos tratados com vacinas experimentais, quando expostos ao zika vírus, não contraíram a doença. Confira mais detalhes

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Vírus zika causa inflamação no olho em adultos, revela estudo inédito

22 de junho de 2016

Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP acabam de publicar a primeira descrição de inflamação intraocular em adultos causada pelo vírus zika, o mesmo que é transmitido pelo Aedes aegypti.

Até então, a comunidade científica acreditava que a infecção por zika adquirida causava somente conjuntivite. “Essa é uma manifestação nova e potencialmente mais grave do quadro ocular. Pela primeira fez na literatura científica, está descrita a [infecção por] zika adquirida em associação com inflamação dentro do olho. Eram conhecidas somente as alterações oculares causadas pela zika congênita, aquela em que os bebês podem desenvolver lesões graves e permanente”, relata o professor João Marcello Furtado, do Departamento de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Cirurgia da Cabeça e Pescoço da FMRP. Leia mais

Foto: David Goodwill /Wikimedia Commons

 

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Grupo de pesquisa do Instituto de Química recebe apoio

para estudos visando ao combate do zika

15 de junho de 2016

 

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O grupo de pesquisa da professora Paola Corio, do Instituto de Química (IQ) da USP, foi um dos contemplados pela chamada emergencial da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para o financiamento de projetos para o combate ao zika e a outras doenças relacionadas ao mosquito Aedes aegypti. O projeto foi aprovado no âmbito do “Eixo Desenvolvimento Tecnológico, Educação e Pesquisa do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes Aegypti e à Microcefalia”. Leia mais

Risco de infecção por dengue e zika nos Jogos Olímpicos

é muito reduzido, aponta especialista

.13 de junho de 2016

O risco de infecção pelos vírus da dengue ou de zika entre os esportistas, profissionais de mídia e turistas que estarão no Rio de Janeiro durante a realização dos Jogos Olímpicos, ente 5 e 21 de agosto, provocou uma grande controvérsia dentro da comunidade científica internacional. De um lado, está a Organização Mundial da Saúde (OMS), que defende a manutenção da competição no Brasil. Leia mais

Visão geral do Parque Olímpico. Foto: André Motta/Brasil2016.gov.br
Visão geral do Parque Olímpico. Foto: André Motta/Brasil2016.gov.br

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Programa Diálogos na USP debate o zika vírus

3 de junho de 2016

A série “Diálogos na USP –  Os Temas da Atualidade” , levada ao ar pela Rádio USP, promoveu, nesta sexta-feira, um debate sobre os problemas de saúde causados pelo temível Aedes aegypti. Participaram do programa a professora Patrícia Beltrão Braga, do curso de Obstetrícia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, e o biólogo Paulo Roberto Urbinatti, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Confira o programa aqui

OMS lança guia contra zika em gestantes

30 de maio de 2016

O mundo se une novamente contra o mosquito Aedes aegypti. E dessa vez a preocupação maior é com as gestantes expostas ao zika vírus. No rastro da epidemia que já conta quase 1.300 casos de microcefalia diagnosticados somente no Brasil, a OMS acaba de publicar um guia com orientações para o manejo clínico de gestantes infectadas e também para a prevenção da doença.

Foto: Andre Borges/Fotos Públicas
Foto: Andre Borges/Fotos Públicas

Pregnancy Management in the Context of Zika Virus Infection é de livre acesso e está disponível no site da OMS. Mas, o professor Fernando Bellíssimo Rodrigues, do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, lembra que este não é um guia para a população leiga; é “um documento técnico”, com informações detalhadas para os profissionais que trabalham com a doença.

Como a epidemia por zika atingiu escala global, conta o especialista da FMRP, a OMS está tentando padronizar condutas de saúde para as melhores práticas possíveis no controle da doença, enfocando a gravidez. Por isso a preocupação com as orientações clínicas quanto às gestantes e às medidas preventivas nos mais diversos países afetados. Leia mais

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Biolarvicida natural elimina larvas do Aedes aegypti em 24 horas

23 de maio de 2016

O bagaço da cana-de-açúcar é a matéria-prima de um biolarvicida capaz de eliminar as larvas do mosquito Aedes aegypti em até 24 horas, ao dificultar sua respiração e desestruturar seu exoesqueleto. Desenvolvido por pesquisadores da Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP, o produto é um biossurfactante, um tipo de detergente de origem natural, que não agride o meio ambiente e apresenta baixa toxicidade para seres humanos. Após o depósito da patente do composto, os pesquisadores buscam apoio para realizar novos testes e viabilizar a produção industrial do biolarvicida. Durante o estudo de doutorado de Paulo Franco Marcelino, na área de biotecnologia industrial, foi desenvolvida uma nova tecnologia de produção de biossurfactante sustentável, utilizando o bagaço de cana-de-açúcar como matéria-prima. Leia mais

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Pesquisadores comprovam zika como causa de microcefalia

11 de maio de 2016

Jean Pierre Schatzmann Peron - Foto: Núcleo de Divulgação Científica da USP
Jean Pierre Schatzmann Peron – Foto: Núcleo de Divulgação Científica/USP

Pesquisadores da USP conseguiram comprovar que o zika vírus está mesmo relacionado às malformações congênitas, como a microcefalia. O fato foi confirmado experimentalmente pela primeira vez por uma equipe de cientistas – até o momento só havia evidências de que houvesse a correlação.

Os testes foram feitos em camundongos e em minicérebros humanos, que mostraram a morte das células que dão origem ao cérebro. Além desses resultados, a relevância da pesquisa está no estabelecimento de um modelo experimental para se compreender a ação do vírus no organismo humano. Leia mais

Relação entre zika vírus e microcefalia é tema de pesquisa da FMRP

3 de maio de 2016

A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP anunciou o início de um projeto de pesquisa inédito que vai acompanhar cerca de 3 mil grávidas da cidade para conhecer a relação causal entre o zika vírus e a microcefalia. O projeto é coordenado pelo professor Benedito Antônio Lopes da Fonseca, do Laboratório de Virologia da FMRP, e pela médica e obstetra do Programa de Assistência à Saúde da Mulher, da Prefeitura Municipal, Suzi Volpato Fábio. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, dia 3 de fevereiro. Leia mais

Projeto mapeia resposta imunológica ao zika vírus

2 de maio de 2016

A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP recebeu, nos dias 28 e 29 de abril, seus parceiros: o inglês Daniel Altmann, do Departamento de Medicina do Imperial College (Reino Unido), e o norte-americano William Kwok, do Instituto de Pesquisa Benaroya (Seattle, EUA) para o início do desenvolvimento de uma vacina contra o zika vírus. O projeto inicial investirá no mapeamento da resposta imunológica que, até o momento, continua desconhecida pela ciência. Leia mais

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Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Protocolo de controle do Aedes aegypti é a resposta contra zika, defende pesquisadora

29 de abril de 2016

Foto: Cecília Bastos
Foto: Cecília Bastos

Desde o segundo semestre de 2015, o Brasil acompanha o surgimento e crescimento dos casos de infecção pelo zika vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Uma doença nova e que causa preocupação por sua associação ao nascimento de crianças com microcefalia e outros problemas no sistema nervoso central. Como combater o transmissor e enfrentar a doença é o grande desafio do país atualmente, segundo a bioquímica Margareth Capurro e o virologista Paolo Zanotto, professores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.

Os dois integrantes da Rede Zika – força-tarefa de pesquisadores paulistas dedicados a estudar o vírus – participaram, no dia 27 de abril, da primeira edição do USP Talks. O evento é organizado pelas Pró-Reitorias de Pesquisa e Graduação da USP e pelo Estadão, em parceria com a Livraria Cultura, para discutir temas de interesse da sociedade, e o tema de estreia foi “Aedes aegypti, zika e microcefalia: Como vencer o mosquito e suas doenças?”. Leia mais

 

Clique nas imagens para ouvir os boletins da série sobre zika vírus, que foram ao ar no programa É Bom Saber da Rádio USP:

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19 de fevereiro de 2016 - Para discutir o grave problema de saúde pública relacionado ao Zika virus, a Rádio USP, conversou com Vicente Amato, professor da Faculdade de Medicina (FMUSP) da USP, e com Paolo Zanotto, professor do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.
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24 de fevereiro de 2016 - No segundo boletim da série sobre o Zika vírus, o programa É bom saber conversa com dois especialistas do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.
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4 de março de 2016 - No terceiro boletim da série sobre o vírus Zika, o É bom saber conversa com dois especialistas do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.
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14 de março de 2016 - No quarto boletim da série sobre o vírus Zika, o programa É bom saber ouve o professor Paolo Zanotto, do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, que comenta a associação entre zika e os casos de microcefalia.
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23 de março de 2016 - No quinto e último boletim da série sobre o vírus Zika, o programa É Bom Saber ouve a professora Margareth Capurro, do Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.
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Cientistas criam teste para detectar zika; assista reportagem sobre a descoberta

O trabalho integra as ações da Rede Zika, sediada na USP
22 de março de 2016

Um dos desafios que a epidemia de zika trouxe para o sistema de saúde e de pesquisa foi a ausência de um teste acessível e capaz de identificar a infecção específica pelo vírus. No dia 14 de março, pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da USP anunciaram o desenvolvimento do primeiro teste específico para detecção do zika.

O teste discrimina os anticorpos gerados após infecção pelo vírus zika daqueles gerados em pessoas infectadas pelo vírus da dengue ou em pessoas que foram vacinadas contra a febre amarela. O trabalho desenvolvido integra as ações da Rede Zika, sediada na USP e que conta com apoio da Fapesp e de pesquisadores em todo o Brasil.

Com informações do Núcleo de Divulgação Científica da USP

Assista a reportagem do Núcleo de Divulgação Científica da USP sobre a descoberta:

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Equipe da USP desenvolve método para a detecção do vírus zika

15 de março de 2016

Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP desenvolveram novo teste para diagnosticar infecções por zika vírus a partir da identificação de anticorpos específicos no sangue do paciente.

Amostras do mosquito aedes aegypti - Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Amostras do mosquito aedes aegypti – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Este método permite diagnosticar com maior eficiência as pessoas infectadas pelo vírus zika, já que detecta a presença de anticorpos contra o vírus, mesmo após a eliminação do zika no organismo.

Após a validação laboratorial, o teste foi utilizado em amostras de sangue de mulheres do município de Itabaiana-SE, cidade com um dos maiores índices de microcefalia em relação ao tamanho da população no país. A metodologia desenvolvida pelo grupo permitiu confirmar que a maioria das oito mães de bebês com microcefalia é soropositiva para a infecção pelo zika vírus, assim como seus filhos; dados que ainda não haviam sido confirmados por outros métodos de diagnóstico disponíveis. Leia mais aqui

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Rede Zika elenca prioridades e define estratégias de operação
19/02/2016
Epidemia de zika agiliza mecanismos de financiamento de pesquisa no país
18/02/2016

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Vírus zika gera debate sobre ciência e saúde

17/02/2016 – Esper Georges Kallás

Não vou aborrecer o leitor explicando as coisas básicas do vírus. Vou fazer uma reflexão sobre o impacto da epidemia e muitas dúvidas que restam. O momento é único. Trocamos os debates sobre a crise política e econômica por discussões de doenças infecciosas, virologia, entomologia, epidemiologia, defeitos congênitos, pesquisa e desenvolvimento. Apesar de toda a tragédia, é uma oportunidade de discutir com a sociedade a importância do debate científico e a saúde pública.

Mas vamos aos fatos. Aprendemos bastante com a epidemia na Micronésia. Em um elegante artigo publicado há seis anos, pesquisadores mostraram que 73% da população de maiores de 3 anos de idade que vive em um pequeno arquipélago no Pacífico pegou o vírus zika em um período de quatro meses. Sim, quase 3/4 dessa população foram infectados em quatro meses. Olhem agora para a epidemia atual. Após a entrada no Brasil (a maioria dos especialistas acredita que tenha ocorrido no segundo semestre de 2014), o vírus já está circulando em praticamente toda a América subtropical e tropical, percorrendo grandes extensões territoriais até o México. Temos que admitir a extraordinária capacidade de transmissão do vírus zika, o que levanta a suspeita de privilégios no mosquito transmissor. Embora o vírus seja também encontrado na saliva, na urina e no sêmen, não sabemos, ainda, se outras formas de transmissão são possíveis além da picada do mosquito, sanguínea e sexual. Leia mais

 

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Esper Georges Kallás é professor associado de Imunologia Clínica e Alergia da Faculdade de Medicina da USP

Mais notícias:

15/02/2016 – USP, Unesp e Unicamp unem-se em força-tarefa contra o zika vírus

15/02/2016 – Pesquisador da FSP USP concede entrevista para o The New York Times sobre Aedes Aegypt 

12/02/2016 – Docente da FSP USP concede entrevista para a Rádio Brasil Atual sobre relação entre o zika vírus e o microcefalia

12/02/2016 – Novos recursos e investimentos aprovados para pesquisas sobre o vírus zika

05/02/2016 – Relação entre zika vírus e microcefalia é tema de pesquisa da FMRP

02/02/2016 – Workshop – The challenge of zika virus in South America (Gravação IPTV USP)

26/01/2016 – Pesquisadores da USP investigam diagnóstico científico do vírus

15/01/2016 – Cartilha tira dúvidas de gestantes sobre o vírus zika

11/01/2016 – Rede Zika: força-tarefa liderada pela USP ganha reforço internacional

06/01/2016 – Cientistas do Instituto Pasteur estão no Brasil para combater o zika vírus

18/12/2015 – Especialistas da USP desmentem boatos sobre o zika vírus

16/12/2015 – Professor do ICB Paolo Zanotto comenta estudos sobre zika vírus

 

 

 

 

 

 

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