Pesquisadores da USP propõem tecnologia para preservar monumentos históricos

Projeto piloto está sendo realizado no Engenho dos Erasmos, em Santos. Os dados do mapeamento topográfico são importantes para verificar se há mudanças no terreno e planejar ações de preservação

Por - Editorias: Tecnologia
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Uma associação entre laboratórios da Escola Politécnica (Poli) da USP está realizando um levantamento de dados topográficos do terreno onde ficam as Ruínas do Engenho São Jorge dos Erasmos, construída em 1534, e que é considerada a mais antiga evidência física preservada da colonização portuguesa em território brasileiro. O local é hoje parte da Universidade de São Paulo e, por sua importância, uma equipe multidisciplinar da Escola Politécnica da USP, em parceria com a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, está unindo conhecimentos sobre geologia, topografia e tecnologias de criação de mapas.

Os pesquisadores fazem parte do Laboratório de Topografia e Geodésia (LTG) do Departamento de Engenharia de Transportes (PTR), do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas (CITI) do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos (PSI) e do Laboratório de Geomática do Departamento de Engenharia de Minas e Petróleo (PMI) da Escola Politécnica da USP, coordenados pelo professor Jorge Pimentel Cintra. Para o levantamento foram utilizados equipamentos como um laser escâner e drones, que combinados darão aos pesquisadores informações sobre o comportamento do terreno com a ação do tempo. No caso de um terreno histórico, é importante que o terreno seja preservado para que as futuras gerações possam conhecer a história da região e do País. Conheça detalhes do projeto no vídeo:

O Engenho dos Erasmos está situado na divisa entre os municípios de Santos e São Vicente, no Estado de São Paulo, e foi doado à USP em 1958. Desde 2004 a Universidade desenvolve programas educacionais que buscam viabilizar o conhecimento a partir da interdisciplinaridade, em vista do contexto histórico, geográfico, arqueológico, arquitetônico, social e ambiental em que as Ruínas estão inseridas.

Da Assessoria de Comunicação da Poli

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