Vistoria é mais rígida em prédios recentes do que em antigos

Professor da USP esteve presente no local após desmoronamento e esclarece como é feita a vistoria de edifícios

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Equipes do Corpo de Bombeiros trabalham em escombros do edifício Wilton Paes de Almeida – Foto: Sturm via Wikimedia Commons / CC BY-SA 4.0

Projetado em 1960 e Tombado em 1992, o edifício Wilton Paes de Almeida, que desmoronou na madrugada desta terça-feira, era um patrimônio histórico de interesse arquitetônico e paisagístico. O prédio tinha 24 andares, era localizado na região do Largo do Paissandu, ocupado pelo Movimento Social de Luta por Moradia (MSLM) e já havia sido classificado em situação de risco.

O professor Ruy Marcelo Pauletti, do Departamento de Estruturas e Geotécnica da Escola Politécnica da USP, esteve presente na região, após o desmoronamento, para fiscalizar dois prédios do entorno. Ele explica que a vistoria passou a ser mais rigorosa na década de 70, após as tragédias dos edifícios Joelma e Andraus, mas aos prédios antigos não se aplicam todas as normas dos prédios atuais.

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