Vale a intenção ou o resultado?

Tanto a ética utilitarista como a deontológica, ou universalista, concordam em um aspecto: só não vale a lei de Gerson

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Foto: Visualhunt
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Em questões morais, a gente se pergunta: para tomar uma decisão, devemos nos guiar pela boa intenção ou pela previsão dos resultados? Esse é um debate de longa data tanto na história da filosofia quanto no cancioneiro popular: todos conhecem a famosa expressão “o caminho do inferno está pavimentado de boas intenções”.

 

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