Terapia com animais precisa de formalização no Brasil

Apesar dos benefícios reconhecidos da modalidade, o País ainda não tem estatutos para o procedimento, argumenta pesquisadora

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Juliana Rhein Lacerda, mestre em Psicologia Experimental pela USP, conta que a terapia assistida com animais é estudada há muito tempo. Seus benefícios são conhecidos, porém, no Brasil, ainda faltam estatutos que formalizem a modalidade.

Foto: Marlies Kloet/Wikimedia Commons

A pesquisadora destaca que a relação das pessoas com os animais cria uma abertura única para o terapeuta e é especialmente interessante para crianças autistas. O profissional deve adotar os procedimentos de uma terapia normal, inserindo a presença dos animais como instrumento do processo, explica Juliana Lacerda. Normalmente são utilizados cachorros, gatos, periquitos, papagaios e até lhamas.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

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