Saída dos EUA do Acordo de Paris é mais uma bravata de Trump

Segundo José Eli da Veiga, o acordo foi redigido de forma a impedir que houvesse qualquer tipo de deserção antes de 2020

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Em sua participação semanal na coluna “Sustentáculos”, o professor José Eli da Veiga comenta sobre a polêmica decisão de Donald Trump de abandonar o Acordo de Paris sobre o clima, firmado em 2015. O colunista minimiza a posição de Trump ao lembrar que os EUA não podem sair do acordo, “porque o acordo já foi redigido de forma a impedir que houvesse qualquer tipo de deserção antes de 2020”. Ou seja, tudo não passou de mais uma bravata do presidente americano, que só estará na Casa Branca, em 2020, se for reeleito. O máximo que ele pode fazer é não cumprir a meta de reduzir em 1/4 as emissões de poluentes até 2025, embora, em relação a isso, enfrente resistências dentro de seu próprio país.

Quanto ao presidente francês, repercutiu a declaração de Emmanuel Macron segundo a qual o planeta tem de estar em primeiro lugar, numa alusão direta à palavra de ordem de Trump de que a América vem em primeiro lugar. Eli da Veiga lembra, contudo, que não é o planeta Terra que está sob ameaça – e sim a vida humana.

 

 

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