Ricardo Alexino Ferreira comenta os riscos da história única

O colunista aponta as consequências de relatos que privilegiam a visão de um povo, negando a de outros

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Divulgação

Na coluna “Diversidades” desta semana, o professor Ricardo Alexino Ferreira comenta como a historiografia ocidental evidencia a perspectiva de alguns povos, negando a de outros. No período colonial, os europeus afirmavam que estavam descobrindo novas terras que chamariam de Américas, mas ocultaram a existência de povos indígenas estruturados nessas terras. Ao retratar personagens históricos “bons”, como Jesus, geralmente se usa a imagem de um homem europeu, loiro e com olhos azuis, apesar de ser absolutamente mais plausível a ideia de que Cristo fosse um homem negro.

Para Alexino, essa visão eurocêntrica acaba por dividir o mundo entre Ocidente e Oriente, impondo aos muçulmanos orientais o estereótipo de terroristas. Ele aponta como esta divisão acaba por gerar a islamofobia, que é o sentimento de ódio ou repulsa em relação aos muçulmanos e ao Islamismo. O professor relativiza a noção de terrorismo, apontando que genocídios gravíssimos foram cometidos por potências ocidentais.

Acompanhe o comentário na íntegra:

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