Professora da USP destaca a dimensão “universal” da obra de Héctor Babenco

A condição humana é o tema que permeia os filmes do diretor, morto no dia 13 de julho, segundo a professora Dora Mourão da Escola de Comunicações e Artes

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Héctor Babenco -Foto: Caio do Valle/Wikimedia Commons
Héctor Babenco -Foto: Caio do Valle/Wikimedia Commons

A obra do cineasta Héctor Babenco, que morreu na noite de 13 de julho, quarta-feira, em São Paulo, foi analisada pela professora Dora Mourão, chefe do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, em entrevista ao programa “Via Sampa”, da Rádio USP, que foi ao ar no dia 14 de julho.

Em conversa com Sandra Capomaccio, Dora destacou que a obra de Babenco é “extremamente importante” para a filmografia brasileira e geral. “Cada filme trata de coisas fundamentais da vida do ser humano, o que tem muito a ver com a própria personalidade de Babenco”, disse a professora. “Todos os filmes dele falam sobre a condição humana.”

Pixote e Carandiru - Foto:
Pixote e Carandiru – Fotos: Wikimedia Commons

Ao mesmo tempo, acrescentou a professora, o cineasta lança o olhar para problemas essencialmente brasileiros, como acontece nos filmes Pixote – “um dos mais importantes da filmografia brasileira”, segundo Dora – e Carandiru. “Babenco ficará marcado como um diretor e autor forte, que atacou assuntos sérios, fundamentais para a questão humana.”

Ouça a seguir a íntegra da entrevista da professora Dora Mourão sobre a obra de Héctor Babenco, concedida a Sandra Capomaccio, no programa “Via Sampa”, da Rádio USP.

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