Professor da USP comenta crise da Venezuela e a posição do governo brasileiro

A crise econômica se acirra na Venezuela: recessão, inflação em alta, falta de alimentos e remédios levam a população a protestar nas ruas

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Foto: María Alejandra Mora/Wikimedia Commons
Foto: María Alejandra Mora/Wikimedia Commons

Tomada por uma crise que se agrava a cada dia, na Venezuela é difícil encontrar combustíveis, faltam roupas, remédios e as prateleiras dos mercados vivem vazias. O ministro das Relações Exteriores do governo interino de Michel Temer, José Serra, afirmou nesta terça-feira (14) que a Venezuela é um país amigo e que, por isso, o Brasil  não pode ficar indiferente à atual situação política do país.

De fato, a ONG de direitos humanos Human Rights Watch defende que o Brasil assuma um papel construtivo diante da crise venezuelana.

A Rádio USP ouviu sobre o assunto o professor Rafael Duarte Villa, do Núcleo de Pesquisas em Relações Internacionais (Nupri ) da USP. Ele acredita que o governo interino do Brasil assumiu posição de confronto, e não de diálogo, em relação ao atual governo de Nicolás Maduro. Como não há um país que possa interferir, esse papel é representado por organizações.

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